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Equipe do CIMATEC conquista 2º lugar na competição de cibersegurança hiper-realista

Entre os dias 1 e 3 de junho, equipes de diversos Departamentos Regionais do SENAI se encontraram no Desafio de Segurança Cibernética (CYBER CTF) – Capture the Flag. A competição, realizada 100% online, teve como objetivo estimular profissionais e estudantes que atuam na área de TI para testarem seus conhecimentos na defesa cibernética. Como prêmio, os integrantes do time vencedor garantiram gratuidade no Curso Prático de Simulação Hiper-realista de Ataques Cibernéticos.

A equipe BitLords (BA), do SENAI CIMATEC, formada pelos estudantes Felipe Brasileiro, Lis Azevedo, Enzo Ferrari (alunos de Engenharia da Computação do SENAI CIMATEC) e Lucas Teixeira (Aluno do Curso Técnico de Redes de Computadores/Competidor Worldskills Bahia #54 CyberSecurity), garantiu vaga nas duas primeiras etapas eliminatórias, disputando a final com a equipe BugHunters (SP). A pontuação, medida em moedas virtuais e número de bandeiras conquistadas, foi igual entre os dois grupos. A diferença de 20 minutos para a captura da última bandeira foi decisiva para a vitória da equipe paulista, ficando a BitLords (BA) com o segundo lugar.

A participação expressiva da equipe do SENAI CIMATEC no torneio Cyber CTF representa uma maturidade formativa, em que estudantes estão conectados com o ecossistema de tecnologia e inovação que desenvolve projetos de PD&I, serviços e outras iniciativas de apoio a negócios no ramo da Tecnologia da Informação.

A participação em hackathons, desafios e competições como esta tem grande importância para a formação de novos profissionais em ambientes que permitem a experiência prática, a integração e a troca de conhecimentos. Dessa forma, movimentamos o ciclo de estudantes, profissionais e multiplicadores que atuarão em projetos de PD&I, serviços e no mercado de trabalho.

Aqui, no SENAI CIMATEC, o tema cibersegurança é trabalhado em cursos técnicos, de aperfeiçoamento, de extensão, de graduação e em cursos para empresas parceiras. Para o estudante de Engenharia da Computação, Enzo Ferrari, a possibilidade de testar os conhecimentos através da gamificação e em integração com colegas de equipe torna a experiência valiosa para a formação profissional, “Quando a gente estuda sozinho, somos um exército de um homem só (…) Quando a gente vai para um desafio com outras equipes, a gente começa a trabalhar de forma mais distribuída, como imagino que seja no cotidiano do mercado de trabalho”.

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